| Mostrará o processo de conhecimento, descoberta e progressiva apropriação do oceano por parte do Homem | |
![]() Agosto 1998 |
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Situado perto da Doca, o edifício tem 2 pisos e é constituído por um volume vertical, que recorda a ponte de um navio.
No interior do pavilhão irão ser recriados vários cenários que, de forma lúdica e espectacular evidenciam o processo que conduziu o Homem à descoberta dos Oceanos.
Música e sons de várias texturas vão-se interligando com os elementos dos vários sectores do Pavilhão.
Este Pavilhão mostrará qual foi, ao longo da história, o processo de conhecimento, descoberta e progressiva apropriação do oceano por parte do Homem.
Será analisada, sob vários ângulos, a evolução da relação do homem com o oceano: como aprendeu a navegá-lo e foi definindo os seus contornos, como o explorou ao longo dos séculos, até conseguir o total conhecimento geográfico da sua superfície; como, depois, começou a aventurar-se nas suas profundezas, num complexo processo que exigiu o desenvolvimento de tecnologias altamente sofisticadas; e, finalmente, como foi conhecendo e explorando a grande variedade e riqueza de recursos que ele contém.
O Pavilhão foi concebido pelo arquitecto Carrilho da Graça e o projecto de interiores é dos arquitectos Nuno Mateus e José Mateus. Os visitantes terão a possibilidade de acompanhar a evolução destas transformações num espaço de 5314 metros quadrados onde se combinam várias técnicas expositivas: o didactismo, o humor e o espectáculo.
A experiência do visitante será uma sequência única e contínua, através de quatro sectores expositivos - Sulcar, Investigar, Mergulhar e Explorar - onde os diversos assuntos se encontram interligados e relacionáveis entre si.
As Filas, Corredor de Entrada, dois inter-sectores ( Magalhães e Challenger ), Nave e Saída ( Avançar ), completam um percurso expositivo marcado pela diversidade de recursos ( desde maquetas ao Teatro Virtual ) que se articulam na transmissão das mensagens. Na grande Nave, o visitante vai poder fruir uma mensagem em que as peças, dada a sua dimensão e significado, foram construídas em Estaleiros Navais e serão lidas num espaço arquitectónico de grande monumentalidade.